quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Tudo o que você (ainda) não sabe sobre as #TerapiasAlternativas e o que a #ciência pensa sobre cada uma - Parte I

Colocar no mesmo barco todas as técnicas ditas “alternativas” é um grande erro. 
Algumas delas são amplamente reconhecidas, sobre outras há quase certeza da ineficácia. Conheça as mais famosas e saiba o que a ciência pensa delas

#Acupuntura
O que é 
Uma das técnicas da medicina tradicional chinesa, a acupuntura consiste na aplicação de agulhas em pontos específicos do corpo. 
Sua base filosófica indica que esses pontos afetam os diferentes órgãos e estão localizados sobre canais de energia (chamados meridianos) que se espalham pelo corpo

O que a ciência acha
Sabe-se que os pontos têm relação com o sistema nervoso – e o sistema nervoso influencia todo o corpo. 
Mas cientista nenhum encontrou os tais canais de energia.
A técnica não costuma oferecer resultados a curto prazo, mas revelou-se eficiente contra efeitos colaterais de remédios, enjoos, doenças respiratórias, dores e problemas de pressão

#Aromaterapia
O que é 
Utiliza óleos essenciais de folhas, flores ou madeira para amenizar sintomas e melhorar o bem-estar. Os óleos podem ser inalados, queimados ou espalhados pelo corpo
O que a ciência acha
A ideia de que cheiros agradáveis podem liberar hormônios que causam bem-estar até faz sentido para a ciência e alguns estudos mostram um leve efeito calmante da terapia. 
Daí a acreditar que eles curem doenças, porém, há uma distância

#Cromoterapia
O que é
Baseia-se na ideia de que cores têm efeito curativo abrangente. 
Os tratamentos envolvem alimentação, modo de se vestir, relação com o ambiente, além da visualização de cores para efeito terapêutico
O que a ciência acha
Não há qualquer evidência de eficácia. De forma alguma deve substituir o tratamento convencional. Mas a #cromoterapia pode trazer bem-estar – e bem-estar é bom para a #saúde

#Florais
O que é
São essências florais diluídas em conhaque. 
Os mais conhecidos, os florais de #Bach, foram preparados pelo médico inglês Edward Bach, ao final do século 19, e são indicados de acordo com a personalidade de cada paciente, prometendo curar diversas doenças
O que a ciência acha
No máximo, pelo que se sabe, funcionam tão bem quanto o #placebo. 
Não podem substituir o uso de medicamentos ortodoxos. 
Podem representar uma fonte de bem-estar, mas é perigoso acreditar que eles façam o que prometem fazer: curar doenças.

Gostou? Então aguarde que em breve publicarei outras informações sobre novas terapias #alternativas!

Fonte http://super.abril.com.br/ciencia/medicina-alternativa-444331.shtml
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