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sábado, 15 de março de 2014

Estresse, depressão, cansaço e dietas são as principais responsáveis pela queda de cabelo nas mulheres

A maior reclamação das mulheres quando se trata dos cabelos normalmente tem relação com a queda e a fraqueza dos fios. 

No entanto, o que muitas não sabem é que esse problema é ligado diretamente ao estresse, além de fatores como estar com o cabelo constantemente preso e fazer dietas malucas sem acompanhamento médico. 
Segundo o médico e presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia (ciência responsável pelo estudo dos pelos), Luciano Basanti, o problema da queda de cabelos nas mulheres "tem ligação com problemas hormonais e até mesmo genéticos", contudo afirma ainda que, ultimamente, tem se observado que o estresse, a depressão e o cansaço, também são responsáveis juntamente às questões genéticas. 

O ambiente e a temperatura também podem influenciar na queda dos fios, mas é preciso diferenciar os mitos das verdades.
Quando o assunto é cabelo, há muitas histórias que não são reais, mas por falta de conhecimento, algumas mulheres se arriscam usando métodos falhos para tentar mudar essa situação capilar. 
De acordo com o cirurgião plástico Carlos Ubel, é imprescindível que se preste atenção em como dietas nutricionais são feitas, porque em muitas há uma grande carência de nutrientes, vitaminas e sais minerais que trazem consequências para a saúde das madeixas, agindo diretamente e causando o enfraquecimento dos fios. 
Ele também afirma e dá um recado para quem tinge o cabelo. 
“É preciso se atentar com o excesso de tintura, alisamentos e progressivas, porque também danificam o cabelo”, finaliza.

Recuperação dos fios
Para identificar qual o problema dos fios e avaliar do que é preciso para voltar a torná-lo forte, há um exame chamado "microcospia atômica". Atualmente, existem muitos tipos de tratamento, desde procedimentos mais simples como cremes capilares, até os mais intensos, como micro transplante capilar.

domingo, 29 de dezembro de 2013

8 dicas para ativar a mente

É possível se prevenir da doença de Alzheimer criando o hábito em realizar algumas atividades para estimular a mente. As causas e origem do Alzheimer ainda não são claras para a ciência. Então, na dúvida, é melhor prevenir.
Jogos de raciocínio e de estímulo à memória são importantes. Xadrez, sudoku e palavras cruzadas são boas dicas.

Manter-se atualizado sobre os últimos acontecimentos ajuda também. Além ter mais assuntos na roda com os amigos, a pessoa que lê revistas e jornais diariamente estimula a mente contra os efeitos da doença.


Aprender a tocar um instrumento é sempre uma atividade agradável, ainda mais ao se saber que ela é uma aliada na prevenção do Alzheimer. Desenhar e pintar também vale.


Exercitar a atenção é essencial. Pode-se treinar com atitude simples, como observar os detalhes de objetos de casa


Por que fazer o mesmo caminho todos os dias? Novos lugares são ótimos para conhecer novas pessoas. Sair da rotina é estimulante e ajuda a prevenir a doença também.


Uma dieta equilibrada colabora na perda de peso e no ganho de memória. Alimentos com vitaminas B12, tiamina, ácido fólico e ômega -3 ajudam na memorização. Frutas com alto índice de antioxidantes também colaboram.

Outro aliado: exercício físico regular. Uma caminhada no parque pela manhã relaxa e ajuda a manter a saúde mental. Os exercícios também podem ser aliados no combate à hipertensão, fator que aumenta o risco de se ter a doença de Alzheimer.



É muito importante sempre manter o bom humor e fugir do stress. A depressão é um dos grandes vilões.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

O que você pode fazer pela autoestima da sua filha?

Demonstrar autoconfiança e valorizar as atitudes e qualidades da garota acima da aparência física são os principais passos para criar uma adulta segura e feliz.
Em vez de se olharem juntas no espelho, conversarem olhando nos olhos uma da outra. 
A relação entre mãe e filha é determinante na formação da autoestima das meninas e, se focada nos sentimentos e no crescimento mútuo, possibilita, entre outros benefícios, que a garota cresça equilibrada e segura, rumo a uma vida adulta feliz.
O diálogo e a conexão, portanto, devem ir muito além da aparência. 
É assim que a bailarina e professora de dança Luciana Arruda faz com a filha Salomé, de dois anos. Como a menina nasceu em meio a ensaios e aulas, sempre foi paparicada pelas pessoas ao redor da mãe.
 “Percebi que desde cedo diziam ‘Que linda, e que olho lindo!’. Então comecei a falar com ela elogiando suas qualidades, ressaltando a criatividade e a inteligência. Digo sim que ela é linda, mas sempre em um conjunto: os olhos são verdinhos, e cheios de bondade e doçura. Quero que ela cresça sentindo que é amada e aceita pelas virtudes, não pela aparência”, conta.
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